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	<title>O Pulo do Gato - tecnologia, empreendedorismo, inovação</title>
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	<description>Tecnologia e Empreendedorismo inspirando Inovação</description>
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		<title>Cultura empreendedora</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 20:47:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice Sosnowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quando iniciei este blog, há quase um ano, um dos posts que me propus a fazer foi sobre a cultura empreendedora brasileira – ou a falta dela.  Para contrapor a nossa realidade, me vinha sempre em mente a figura do personagem Bolinha (da turma da Luluzinha) na sua barraca de limonada, vendendo a poucos cents [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-703 aligncenter" title="lemonade.com_e-commerce" src="http://www.opulodogato.info/wp-content/uploads/2010/08/lemonade.com_e-commerce-300x201.jpg" alt="lemonade.com_e-commerce" width="300" height="201" /></p>
<p>Quando iniciei este blog, há quase um ano, um dos posts que me propus a fazer foi sobre a cultura empreendedora brasileira – ou a falta dela.  Para contrapor a nossa realidade, me vinha sempre em mente a figura do personagem Bolinha (da turma da Luluzinha) na sua barraca de limonada, vendendo a poucos cents um copo de suco a fim de juntar dinheiro para algum projeto ambicioso, como comprar um violino ou reformar o clube dos meninos <em>(<em>infelizmente não encontrei essa imagem no Google</em>)</em></p>
<p>Ao conversar sobre empreendedorismo com um americano que mora no Brasil, ele me recordou a mesma cena: “Quando crianças, somos incentivados pelos pais, pela escola, na TV e até lendo gibi a ganhar nosso próprio dinheiro”, comentou. “Não vejo isso no Brasil”, disse o rapaz constatando esta lacuna na nossa educação. Aqui, poucos nos encorajam a empreender nossas próprias ideias.</p>
<p>Estes dias, me deparei com uma reportagem da BBC: “Menina de 7 anos paga férias na Disney vendendo limonada nos EUA”; e a imagem da garota, risonha, ao lado da barraquinha que usou para realizar seu sonho. Lendo a matéria, o leitor vê que ela também enfrentou barreiras e burocracia, mas conseguiu o que queria. Alguém duvida sobre a capacidade de realização desta menina aos 20 ou 30 anos?!</p>
<p>Gostaria que mais brasileiros seguissem este exemplo e tivessem milhões de barraquinhas espalhadas por aí com ideias criativas e inovadoras à venda. Que cartilhas sobre empreendedorismo fossem fabricadas para educação infantil. Que as faculdades estimulassem as competências de seus estudantes para a criação de grandes empresas e a geração de novos empregos.</p>
<p>Falta muito para gente chegar lá, mas vejo que este é um desejo latente. E, estando aí, disponível, uma hora ele se realiza. Iniciativas neste sentido começam a dar certo e convergem para uma mudança de cultura que os brasileiros merecem experimentar. Quanto mais a ousadia se encontrar com a criatividade, mais inovação teremos a apresentar.</p>
<p><strong>Para ler:</strong><br />
- <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/08/100810_meninalimonada_ba.shtml" target="_blank">Menina de 7 anos paga férias na Disney vendendo limonada nos EUA</a></p>
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		<title>Criatividade e realização</title>
		<link>http://www.opulodogato.info/2010/08/06/criatividade-e-realizacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 19:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice Sosnowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>

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		<description><![CDATA[A capa da revista Época desta semana trata da Criatividade. Com o título “Aprenda a ser criativo”, a reportagem fala sobre a importância desta que “é hoje uma das qualidades mais desejadas no mercado de trabalho”.
Entre testes sobre o grau de inventividade do leitor e dicas de como aumentar esta habilidade, o texto discorre sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-685 alignleft" title="criativo" src="http://www.opulodogato.info/wp-content/uploads/2010/08/criativo.jpg" alt="criativo" width="155" height="158" />A capa da revista Época desta semana trata da Criatividade. Com o título “Aprenda a ser criativo”, a reportagem fala sobre a importância desta que “é hoje uma das qualidades mais desejadas no mercado de trabalho”.</p>
<p>Entre testes sobre o grau de inventividade do leitor e dicas de como aumentar esta habilidade, o texto discorre sobre a importância de ser criativo, ter ideias raras e caras. E apresenta o exemplo de uma grande empresa em Minas Gerais que premia seus funcionários por insights criativos. “A construtora diz ter distribuído R$ 1 milhão em prêmios por ideias que lhe economizaram R$ 80 milhões”.</p>
<p>Apesar de colocar luz a um tema intimamente ligado à felicidade do ser humano, a reportagem deixa escapar o óbvio: ninguém é criativo para se dar bem no mercado de trabalho. A inventividade do ser humano vai muito além desta motivação. Transpor problemas e criar novas realidades andam por caminhos diferentes do lugar-comum das fórmulas de sucesso.</p>
<p>A criatividade vem da inspiração &#8211; e da transpiração – humana. E, antes de qualquer vantagem, ela tem como resultado a sensação e o orgulho da realização.  Neste caso, os autores da reportagem acertam quando dizem que &#8220;ser criativo não é só ter ideias originais &#8211; é pensar em como torná-las realidade&#8221;. Esta sim, uma competência que vale a pena ser treinada.</p>
<p><strong>Para ler mais:<br />
<span style="font-weight: normal;"><strong>O } Criativo</strong>: esta crônica de Luiz Marcondes, encontrada na plataforma de conteúdo para negócios ResultsON, é uma excelente mostra de como a criatividade pode ser simples e efetiva. <a href="http://resultson.com.br/pocket/o-criativo/" target="_blank">Clique aqui</a></span></strong></p>
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		<title>Perspectiva em equilíbrio</title>
		<link>http://www.opulodogato.info/2010/07/27/perspectiva-em-equilibrio/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 16:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice Sosnowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>

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		<description><![CDATA[O pensamento gera o sentimento, que gera nossa motivação, que impulsiona nossas ações. Em resumo: o pensamento rege o que fazemos. Mas, e nós &#8211; regemos nossos pensamentos?
Quando nos deparamos com situações que exigem ações imediatas, percebe-se que o que somos comanda nossos pensamentos. Os otimistas já preveem logo as conseqüências positivas das suas ações. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-678" title="equilibrio" src="http://www.opulodogato.info/wp-content/uploads/2010/07/equilibrio.jpg" alt="equilibrio" width="174" height="168" /></strong>O pensamento gera o sentimento, que gera nossa motivação, que impulsiona nossas ações. Em resumo: o pensamento rege o que fazemos. Mas, e nós &#8211; regemos nossos pensamentos?</p>
<p>Quando nos deparamos com situações que exigem ações imediatas, percebe-se que o que somos comanda nossos pensamentos. Os otimistas já preveem logo as conseqüências positivas das suas ações. Os pessimistas antevêem o desastre antes mesmo de agir.</p>
<p>A vantagem é que PENSAR e SER é flexível o suficiente para ser modificado. Um exemplo prático: quem chega a conclusões positivas, pode treinar a mente para ser mais realista. Vale o contrário para quem é negativista.</p>
<p>Treinar o oposto é sempre um exercício para atingir o equilíbrio. E não estagnarmos na máxima de que nasci assim e vou morrer do mesmo jeito. É interessante ver os resultados dessa evolução quando o piloto automático da mente fica confuso sobre qual reação acionar diante de uma situação inesperada. Sinal de que os pensamentos estão mudando de lugar.</p>
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		<title>O caminho de quem inova</title>
		<link>http://www.opulodogato.info/2010/07/14/o-caminho-de-quem-inova/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 22:20:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice Sosnowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[
Criar projetos inovadores demanda energia, tempo e muita motivação. Primeira característica: ele SEMPRE é incerto. Ninguém começa um trabalho pioneiro e inédito com planejamento, cronograma e custo definido.  No máximo, temos em mente um objetivo e calculamos uma margem de segurança ou um limite de investimento que não extrapole o bom-senso.
Uma inovação também não chega [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://3.bp.blogspot.com/_2jQBcKgK1nk/SrQZgUdjxwI/AAAAAAAAABw/oYYgnZlQCDE/s1600-h/caminho-confuso-3625.jpg"><img class="size-medium wp-image-647 alignleft" title="caminho_confuso" src="http://www.opulodogato.info/wp-content/uploads/2010/07/caminho_confuso-300x256.jpg" alt="caminho_confuso" width="240" height="205" /></a></p>
<p>Criar projetos inovadores demanda energia, tempo e muita motivação. Primeira característica: ele SEMPRE é incerto. Ninguém começa um trabalho pioneiro e inédito com planejamento, cronograma e custo definido.  No máximo, temos em mente um objetivo e calculamos uma margem de segurança ou um limite de investimento que não extrapole o bom-senso.</p>
<p>Uma inovação também não chega de uma vez. É uma ideia que começa tímida e ganha contornos maiores e mais definidos na medida em que avança. Conquista adeptos e aliados no percurso deste caminho, mas também atrai descrédito. E muito.</p>
<p>Nesta hora, mesmo sem saber exatamente como defender o projeto ou ter números exatos que comprovem sua eficiência, o inovador precisa de coragem para continuar apostando em sua ideia.</p>
<p>Um dia, o que eram rabiscos viram projetos, empresas, realizações bem-sucedidas e invariavelmente os donos dessas ideias inovadoras resumem sua trajetória pontuando os momentos de incerteza e apontando a persistência e a diletância como ferramentas imprescindíveis neste caminho.</p>
<p>Quando a subjetividade de um projeto inovador se concretiza, o risco corrido é recompensado. Mas só quem se aventura por caminhos impossíveis de serem vislumbrados antecipadamente é capaz de inovar. Esta é uma arte que se aprende fazendo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Decisão e negociação</title>
		<link>http://www.opulodogato.info/2010/06/18/decisao-e-negociacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 12:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice Sosnowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Decisão.
Nós adiamos, fingimos que não estamos vendo, interpretando da maneira mais conveniente, saímos pela tangente e&#8230; então&#8230; um dia a bomba estoura e exige uma resposta imediata. Já te aconteceu isso? Para os empreendedores (*), esta é uma realidade constante. São tantas variáveis a se considerar, que a urgência de uma decisão está sempre presente.
Mas nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-632" title="decisao" src="http://www.opulodogato.info/wp-content/uploads/2010/06/decisao1.jpg" alt="decisao" width="152" height="226" /><strong>Decisão</strong>.<br />
Nós adiamos, fingimos que não estamos vendo, interpretando da maneira mais conveniente, saímos pela tangente e&#8230; então&#8230; um dia a bomba estoura e exige uma resposta imediata. Já te aconteceu isso? Para os empreendedores <strong>(*)</strong>, esta é uma realidade constante. São tantas variáveis a se considerar, que a urgência de uma decisão está sempre presente.</p>
<p>Mas nos acostumamos a levar a vida do jeito que está. Mesmo quando não está como queremos. É difícil mudar. E mais ainda mudar o outro. Tentar encontrar pontos de afinidade e negociar as arestas não faz parte do repertório. &#8220;O que o outro faz não pertence ao meu círculo de influência, portanto seus interesses são indiferentes para mim.&#8221; Mas eles afetam diretamente nossa realidade e como reagimos neste jogo.</p>
<p><strong>Negociação.</strong><br />
Não nos movimentamos sozinhos, mas sempre comparativamente. Ao outro e ao que éramos no passado ou seremos no futuro. Na melhor das hipóteses, quando os objetivos convergem o resultado é um sucesso. Na pior, toda a energia divergente é gasta à toa e não saímos do lugar.</p>
<p>Decidir é sempre complicado. Ainda que se trate de uma disputa interna. O próximo passo &#8211; negociar &#8211; é uma saga que avança ainda mais devagar do que esperamos. Mas é cedendo e conquistando que conseguimos chegar a um objetivo comum. Não é o que queríamos exatamente, tampouco o que o outro desejava. Mas é o melhor possível entre dois mundos distintos. É assim que evoluímos em parceria. Porque sozinhos, estamos apenas adiando o importante: a decisão, a ação, a inovação. Exatamente o que buscamos.</p>
<p><strong>(*)</strong> Sempre que falo de empreendedores, não me refiro a donos de negócios. Empreeendedores, para mim, é quem empreende um negócio, um projeto, a própria vida. E isso pode ocorrer em qualquer lugar: na sua empresa, no emprego e na carreira pública. Quem empreende, inova. E quem inova, modifica a realidade ao seu redor.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Para inovar, pratique o desapego</title>
		<link>http://www.opulodogato.info/2010/06/08/para-inovar-pratique-o-desapego/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 16:55:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice Sosnowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[O ciclo é quase sempre o mesmo para quem busca inovação seja nos negócios, na carreira ou na vida. Primeiro, o acúmulo. Aprender, estudar, incorporar conhecimento. Nunca é demais saber. E cada vez mais as fontes se disseminam, dispersam e nos confundem. Criam um ambiente com muitos dados, mas pouca correlação entre eles. Uma dicotomia muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-610" title="abelha_desapego" src="http://www.opulodogato.info/wp-content/uploads/2010/06/abelha_desapego1.jpg" alt="abelha_desapego" width="192" height="192" />O ciclo é quase sempre o mesmo para quem busca inovação seja nos negócios, na carreira ou na vida. Primeiro, o acúmulo. Aprender, estudar, incorporar conhecimento. Nunca é demais saber. E cada vez mais as fontes se disseminam, dispersam e nos confundem. Criam um ambiente com muitos dados, mas pouca correlação entre eles. Uma dicotomia muito bem sintetizada na propaganda do jornal Estadão: a diferença entre a informação e o conhecimento (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=-UP6JV5DeJs&amp;feature=player_embedded" target="_blank">veja o vídeo aqui</a>).</p>
<p>Mas, quase sempre, uma ideia genial surge no meio de tantas outras &#8211; ruins. Aquilo que surpreende tem origem no excesso do lugar comum.</p>
<p>E como distinguir o que tem valor? Este é o momento em que a razão (que acumula) precisa dar lugar ao desapego (que descarta). Uma atitude que direciona nossas escolhas mais acertadas. Por quê? Porque o desapego não é uma virtude racional. Ela se encontra no campo da emoção, da subjetividade. E conecta o que temos ou sabemos com uma demanda realmente importante e necessária, dando lugar à inovação.</p>
<p>Praticar o desapego não é fácil. Significa escolher e renunciar.  Deixar de lado o que parece ótimo, mas pesa na nossa bagagem. Isso nos torna mais rápidos e eficazes. Assertivos e objetivos. E marca a diferença entre quem atola em meio a tantas opções e quem elege uma e segue em frente. Até um novo ciclo de renovação. Por isso, vale a pena tentar: <strong>conhecer mais </strong>para<strong> escolher melhor</strong><strong> </strong>e<strong> desapegar </strong>do que somos<strong> </strong>para<strong> crescer </strong>no caminho do que<strong> </strong>queremos ser.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Ciência em si</title>
		<link>http://www.opulodogato.info/2010/05/31/a-ciencia-em-si/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 05:05:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice Sosnowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>

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		<description><![CDATA[Semana passada aconteceu a Quarta Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (4ª CNCTI).  O encontro de cientistas de todo o Brasil tinha o objetivo de aproximar a ciência da sociedade para promover o desenvolvimento sustentável.  Para isso, temas como biodiversidade, mudanças climáticas, energia, recursos naturais, desigualdades regionais, educação científica, saúde foram abordados na conferência que pretende estabelecer as diretrizes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada aconteceu a Quarta Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (4ª CNCTI).  O encontro de cientistas de todo o Brasil tinha o objetivo de aproximar a ciência da sociedade para promover o desenvolvimento sustentável.  Para isso, temas como biodiversidade, mudanças climáticas, energia, recursos naturais, desigualdades regionais, educação científica, saúde foram abordados na conferência que pretende estabelecer as diretrizes de Ciência e Tecnologia para o país nos próximos anos.</p>
<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-601" title="cncti_musica" src="http://www.opulodogato.info/wp-content/uploads/2010/05/cncti_musica-150x150.jpg" alt="cncti_musica" width="150" height="150" /></p>
<p>Conclusões? São muitas! Complexas e indissociáveis. E serão muito bem utilizadas. Mas o que sintetiza a inspiração desta conferência, vi em uma apresentação musical feita durante o evento com a letra  “Quanta”, de Gilberto Gil. Em meio a tantas discussões sobre assuntos importantes e diversos, foco na reflexão entre Ciência e Arte, ser humano e tecnologia, sustentabilidade e progresso&#8230;</p>
<p>Veja o clipe:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/oU-YCqt2O5A&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/oU-YCqt2O5A&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong><br />
Para ver mais:<br />
<span style="font-weight: normal;">O clipe de “A ciência em si”:</span></strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/RGi0NZuHJU4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/RGi0NZuHJU4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A inovação do cinema 3D</title>
		<link>http://www.opulodogato.info/2010/05/21/a-inovacao-do-cinema-3d/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 13:32:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice Sosnowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[“É uma máquina de tanta perfeição que as fotografias por ela projetadas revelam-se com tanta nitidez que muitas vezes deixa o espírito observador na dúvida se está ou não diante da própria realidade.”
Publicado em 1898 pelo maior periódico carioca da época, o Jornal do Comércio, o comentário acima descreve as primeiras impressões da exibição do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-588" title="Cinematografo" src="http://www.opulodogato.info/wp-content/uploads/2010/05/Cinematografo1-218x300.jpg" alt="Cinematografo" width="174" height="240" /></strong><em>“É uma máquina de tanta perfeição que as fotografias por ela projetadas revelam-se com tanta nitidez que muitas vezes deixa o espírito observador na dúvida se está ou não diante da própria realidade.”</em></p>
<p>Publicado em 1898 pelo maior periódico carioca da época, o Jornal do Comércio, o comentário acima descreve as primeiras impressões da exibição do cinematógrafo no Rio de Janeiro.  A chegada da invenção foi coberta de muita curiosidade sobre a nova técnica trazida da Europa: <em>“Apaga-se a luz elétrica, ficando a sala em trevas, e na tela aparece a projeção luminosa, a princípio fixa e apenas esboçada, mas vai pouco a pouco se destacando. Entrando em funções o aparelho, a cena anima-se e as figuras movem-se dando magnífica impressão da vida real.”</em></p>
<p>Retiro estes trechos de uma pesquisa que realizei sobre a história do cinema (que resultou em um ensaio no livro “Folhas do Tempo”, editado pela UFMG). Foram necessários muitos meses de estudo para compreender a aura de descoberta que o cinematógrafo dos irmãos Lumiére proporcionou às pessoas naquela época.</p>
<p>Sem exagero, me senti uma delas ao assistir o primeiro filme em 3D. A sensação de vida real, a reação das pessoas no cinema e a redescoberta sensorial de uma diversão já tão conhecida me remeteu aos primórdios do cinema. “Estamos ou não diante da própria realidade?” é uma questão percebida diante da imagem tridimensional.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-586" title="poster_alice_3d" src="http://www.opulodogato.info/wp-content/uploads/2010/05/poster_alice_3d-202x300.jpg" alt="poster_alice_3d" width="202" height="300" /></p>
<p>Assim como os antigos cinematógrafos surpreenderam uma sociedade acostumada aos teatros, o cinema 3D aparece para quebrar mais um paradigma na indústria da diversão. Uma inovação tecnológica capaz de trazer rupturas para toda a cadeia de produtores, fornecedores e exibidores, mas principalmente para os espectadores na forma de vivenciar o entretenimento. Como há mais de 100 anos, isso  gera fascínio (“A tecnologia que irá revolucionar a sétima arte ”) e desconfiança (“Cinema 3D pode desestabilizar noção de equilíbrio e provocar enjôos”). Reações comuns que só aparecem na consolidação de produtos verdadeiramente inovadores.</p>
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		<title>Se adequar ao cliente e manter o padrão de qualidade</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 13:17:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice Sosnowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Já começo avisando: contarei o milagre, mas não o santo. O problema não é a exposição dos atores envolvidos, mas a simples constatação de que o ocorrido é apenas uma matriz de qualquer situação que envolva clientes e empresas de serviços. E isso já vale o post e a reflexão.
Liguei esta semana para uma empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-564" title="festa_1ano" src="http://www.opulodogato.info/wp-content/uploads/2010/05/festa_1ano.jpg" alt="festa_1ano" width="250" height="168" />Já começo avisando: contarei o milagre, mas não o santo. O problema não é a exposição dos atores envolvidos, mas a simples constatação de que o ocorrido é apenas uma matriz de qualquer situação que envolva clientes e empresas de serviços. E isso já vale o post e a reflexão.</p>
<p>Liguei esta semana para uma empresa promotora de festas. O discurso me chamou a atenção. O marketing retratava o atendimento cuidadoso &#8211; que foge do padrão encontrado nas grandes cidades. Até o preço mais alto se justificava pela proposta diferenciada da empresa. O que me espantou foi a ausência da negociação. A festa para 50 pessoas tinha um valor mínimo que seria igual mesmo se eu levasse apenas 30 pessoas.</p>
<p>Entendo uma questão: produzir festas não é barato. Além da decoração, comes e bebes, a logística da festa exige um padrão no atendimento que é cobrado não apenas por quem contrata o serviço, mas também pelos convidados que o usufruem. Confesso que não entendi o porquê da empresa se dispor a perder clientes sem tentar negociar pacotes para diferentes perfis e necessidades.  Na era da customização, em que tudo pode ser ajustado, esta postura me pareceu bem antiquada, a despeito da proposta inovadora que a empresa introduziu no mercado.</p>
<p>Mas indo mais fundo, ou especificamente do outro lado do balcão, vi que é difícil equacionar a questão. Trabalhar com serviços e se adequar ao bolso do freguês significa sempre alterar o padrão de qualidade. Se a festa custasse metade do preço, com certeza teria metade do investimento, mas ainda assim seria uma festa. E poderia ser um fiasco. Da mesma forma, uma consulta médica ou psicológica, o atendimento de um arquiteto ou um programador. Como medir o real valor do profissional envolvido no processo, sua dedicação ao projeto e compará-lo a outros serviços equivalentes, mas não necessariamente iguais?</p>
<p>Estabelecer preços, padrões de qualidade e o grau de envolvimento em um serviço são variáveis difíceis de se definir em negócios em que valores são tão intangíveis. Depois de fechado, o empresário ainda se depara com um mercado acostumado a ajustes e personalizações. E pronto para exigir a qualidade do serviço bem prestado. O que fazer? Onde inovar? Como adequar o modelo de negócios às aspirações do empreendedor e também às exigências de mercado? São questões que deixo em aberto, por enquanto, mas que adoraria saber as respostas.</p>
<p>__________________________________________________________________</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-574" title="elogieaki" src="http://www.opulodogato.info/wp-content/uploads/2010/05/elogieaki.jpg" alt="elogieaki" width="212" height="108" /><br />
</strong></p>
<p>Esta semana, o blog <strong><em>O Pulo do Gato</em></strong> passa a ter link no <strong>ElogieAki</strong> (<a href="http://www.elogieaki.com.br" target="_blank">www.elogieaki.com.br</a>). Com uma proposta diferenciada, o site pretende abrir espaço para críticas positivas e incentivar empresas que estão no caminho certo. &#8220;O elogio motiva e gera confiança. Para as organizações e para os profissionais, a satisfação do consumidor sugere acertos e clientes fiéis criam um dos mais eficientes canais de comunicação – a propaganda boca a boca&#8221;, afirmam os criadores do portal.</p>
<p>Numa época em que a informação disponível na internet ganha o poder da disseminação, nada melhor do que inverter a lógica vigente com estímulos construtivos a empreendedores e negócios inovadores. Sucesso à iniciativa.</p>
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		<title>Proxxima 2010: entre o digital e o real</title>
		<link>http://www.opulodogato.info/2010/04/30/proxxima-2010-entre-o-digital-e-o-real/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 17:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice Sosnowski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento discute publicidade, internet, tendências e ações no meio virtual
O Proxxima 2010 poderia ter começado do final. A última sessão de debates com o tema “História e futuro da web no Brasil” reuniu nomes de peso como Silvio Meira (do C.E.S.A.R.), Walter Longo (grupo Y&#38;R) e Romero Rodrigues (Buscapé) para discutirem os últimos 15 anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="aligncenter size-full wp-image-546" title="proxxima" src="http://www.opulodogato.info/wp-content/uploads/2010/04/proxxima.jpg" alt="proxxima" width="450" height="273" />Evento discute publicidade, internet, tendências e ações no meio virtual</em></p>
<p>O Proxxima 2010 poderia ter começado do final. A última sessão de debates com o tema “História e futuro da web no Brasil” reuniu nomes de peso como Silvio Meira (do C.E.S.A.R.), Walter Longo (grupo Y&amp;R) e Romero Rodrigues (Buscapé) para discutirem os últimos 15 anos da internet brasileira e vislumbrarem o futuro nos próximos 15. Com visões bem diferentes entre si, os palestrantes conseguiram contextualizar de forma brilhante o cenário digital no país.</p>
<p>A começar pelo discurso de Walter Longo que apontou impactos no que chamou de “ecossistema digital” que vão desde a redução de emissões de carbono por conta de pesquisas de preço feitas pela internet (“não preciso mais visitar várias concessionárias para comprar um carro”) à gestão de negócios (&#8221;as empresas precisam buscar o que é suficientemente bom &#8211; o good enough!&#8221;). E a fala de Silvio Meira: “Nos últimos 40 anos, a capacidade computacional aumentou de performance 1 bilhão de vezes pelo mesmo preço”.</p>
<p>Durante o evento ninguém se arriscou a fazer previsões exatas, é claro. Alguns apontaram o futuro  para a internet móvel, a interatividade da TV Digital, a força das mulheres nas redes ou a internet das coisas (a computação ubíqua). Com a web cada vez mais onipresente, governos, instituições e pessoas se deslocam para o “ser digital”. Em breve, as estatísticas deixarão de focar pessoas para medir comportamentos. É a partir deste movimento que políticas públicas serão idealizadas e produtos serão lançados. A propaganda digital preencherá lacunas de informação e a distinção entre o offline e o online ficará ainda mais complexa.</p>
<p>O fato é que em dois dias de imersão no mundo digital é interessante discutir tendências, ver experiências que deram certo e vislumbrar novas tecnologias, mas é tão ou mais importante refletir sobre o nosso papel diante de tanta mudança. Prefiro focar minha atenção numa informação relevante passada por Silvio Meira: enquanto 24% das casas brasileiras têm banda larga, apenas 29% têm esgoto tratado.</p>
<p>Pode-se dizer – e foi dito &#8211; que uma coisa não tem nada a ver com a outra. Não concordo. Enquanto tivermos um fosso entre esses dois mundos, continuamos matando várias oportunidades de crescimento e inovação. A sociedade em rede criou não apenas pontos de interseção, mas também amarras. De alguma forma, estamos juntos numa criação coletiva que necessita da colaboração de muitos. Isto pressupõe participação e engajamento. E resulta em progresso e evolução para todos, mesmo que percebida de forma diferente por cada um.</p>
<p><strong>Para saber mais: </strong><br />
- Site oficial do Proxxima 2010, realizado pelo grupo M&amp;M: <a href="http://www.proxxima.com.br" target="_blank">http://www.proxxima.com.br</a></p>
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